Sexta-feira, 23 de Out de 2026

LDO de Eduardo praticamente repete a de Cínthia. Mas eleva frustração de receitas de R$ 370 milhões de 2025 para R$ 546 milhões em 2026. E agora vereadores?? Que Judas escolherão malhar!!!

19/10/2025 863 visualizações

Os vereadores de Palmas e o Executivo municipal tem um desafio pela frente: o PL nº 4/2025 (15 de outubro de 2025) que traça as diretrizes orçamentárias da Prefeitura para 2026.

A dificuldade não é analisar (eles já não analisam mesmo) – o Executivo dispõe de maioria – mas o que farão para justificar a aprovação da LDO/26 que praticamente repete a LDO/25.

Depois de esculhambarem a execução orçamentária da prefeita anterior e o próprio planejamento orçamentário de 2025.

Há, na fundamentação da LDO/26, números interessantes e, por lógica, não interessariam ao Executivo e Legislativo compartilhar com a população. Por que fazem oposição à retórica em curso.

O orçamento de 2026 (previsto na LDO) é de R$ 2.706.369,00. Ou: R$ 44 milhões (1,6%) a menos que o orçamento de 2025 (feito por Cínthia) de R$ 2.750.664,00.

Na Receita Corrente Líquida, entretanto, a LDO avança: de R$ 2,054 bi (2025) para R$ 2,098 bi (2026). Os números indicam que Eduardo estaria, como apontaram Executivo e Legislativo em Cínthia, superestimando as receitas.

Isto porque foi publicitado em agosto uma frustração de R$ 236 milhões. Como a inflação prevista na LDO 26 é de 4,2% e o PIB só 1,2%, tem-se aí alguns fatores de uma equação.

Não haveria maior comprovação do que a estimativa de Eduardo para os riscos fiscais (frustração de receitas) de R$ 546,9 milhões para 2026.

Ou seja, R$ 176,9 milhões (47,8%) a mais do que os R$ 370 milhões de riscos fiscais (frustração de receitas) estimados pela administração Cínthia para 2025.

E que cobriam aquele suposto “rombo” de R$ 236 milhões que vereadores acusavam há dois meses na administração anterior.

Mais não bastasse, nos quadros que acompanham a LDO 2026 registra-se que no ano de 2024 a prefeitura fechou com excesso de receitas primárias na ordem de R$ 206 milhões (R$ 2,235 bilhões).

E agora?

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