Congressistas do Estado mandaram este ano de emendas de bancada e individuais ao governo apenas 5,2% das liberações e 94,8% diretamente aos prefeitos. Uma diferença maior do que no 1º quadrimestre de 2025
Os políticos cometem, a priori, desvios de avaliação com consequências, não raro, desastrosas. Um deles: para eleger-se ou reeleger-se propalam os benefícios (recursos) que mandaram para Estados e municípios. Aquilo que deveria ser obrigação (prestar contas) se transforma em ativo: ganho para o eleitor e ao político. E não é bem assim na prática....



