Não se descarta que os EUA possam levar a pior com o protecionismo anacrônico de Donald Trump.
Já é nítido o movimento dos países impactados pelas taxas unilaterais norte-americanas.
E que podem formar blocos tendentes a isolar comercialmente a maior potência do planeta.
O primitivismo de Trump encontrou ambiente, com efeito, mais nos primatas políticos que econômicos.
No Brasil – onde se projetou o caos – dados preliminares da 4ª semana de julho (publicados ontem pelo MDIC) indicavam exportações de R$ 212,3 bilhões.
Um crescimento de 11,26% em relação janeiro/julho de 2025. E US$ 163,46 bilhões de importações (5,4% a mais).
Um superávit comercial de US$ 48,90 bilhões. Ou: 36,2% superior ao do ano passado.
Das exportações, apenas algo em torno de 7% vão para os Estados Unidos. O Brasil mantém relações comerciais com mais de 200 países. Só a China compra 31,6%.
No país, entretanto, a taxas foram apreendidas na forma indiscutivelmente colocadas: um expediente político com fins determinados.
Micou o resultado buscado porque os países, como o Brasil, concluíram: os EUA é grande mas não é dois. E nenhum país é uma ilha.
No Brasil facilitou eleitoralmente para Lula: o país, no geral, não tem sua economia dependente dos EUA. Uma falsa premissa de Trump.
Mas o seu adversário Flávio Bolsonaro parece querer torná-lo assim, como Donald Trump sugere já tomá-lo como tal.
Donald Trump terá, agora, que dar uma parada.
Como o fez na guerra do Irã: por falta de mísseis.
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