Segunda-feira, 27 de Jul de 2026

Atraso no pagamento do Dom Orione é a contribuição negativa que governo dá à campanha de Dorinha quando Wanderlei aumentou o orçamento da saúde em 118% e fez mais de 60 mil cirurgias eletivas em quatro anos

27/07/2026 116 visualizações

Há rumores de que o governo pode judicializar a questão do Dom Orione que anunciou não atenderia mais a partir desta segunda se não recebesse R$ 49 milhões atrasados.

Não seria a ação mais adequada. Até aqui, o governo (salvo equívocos pontuais que  parece ser o caso) tem se dedicado à saúde.

Um processo judicial demandaria prazo e prejuízos no planejamento. E desgastes políticos em área sensível. Demandas judiciais levam 10% do custeio da saúde todo ano.

E atravessa orçamento/planejamento. Cerca de R$ 40 milhões. Quase a dívida cobrada pelo Dom Orione que a execução orçamentária permite quitação.

Há receitas. Tanto que governo paga salários do funcionalismo com antecipação de duas semanas. Prioridades.

E que justificam uma inversão, dado o número de cirurgias eletivas realizadas no ano passado no Estado: 16 mil.

No último ano de Mauro Carlesse, somando os dois meses de Wanderlei (2021) elas não passaram de 2.729.

Em 2025, por exemplo, o governo suplementou em R$ 1,5 bilhões orçamento da saúde (35%). De R$ 2,843 bilhões para R$ 3,871 bilhões.

É 118% superior ao último orçamento de Mauro Carlesse (R$1,611 bilhões/21). Em apenas quatro anos.

De 2022 a 2025, o custeio aumentou mais do que os gastos com pessoal: 77,4% contra 47,6% nos salários. Uma clara inflexão para a finalidade da pasta.

Não pagar hospital e em Araguaína e em período eleitoral, ou é birra política que deve dar comichão para ser mau.

Ou incompetência da Fazenda e Planejamento. Sob a inação dos agentes políticos.

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Destaque