A população de Paraiso (ali a 60 km de Palmas, região metropolitana da Capital) vive situação de calamidade por falta de água. Uma população de 52 mil moradores passa sede apesar das nascentes da Serra do Estrondo e dos riachos que a cortam.
Escolas e universidades estudam suspender as aulas A cidade é administrada há seis anos pelo MDB de Celso Morais, apoiador da candidata ao governo do Palácio Araguaia.
Brotam indecências na sede dos moradores da cidade.
Á água é uma concessão à BRK. O contrato (que o blog tem cópia) foi assinado em 25 de janeiro de 2024 pelo prefeito Celso Morais que desapareceu de cena nas últimas semanas.
Água virou um comércio de ambulantes. Quem a tem, a está revendendo em baldes.
Celso assinou um aditivo contratual com a BRK em 2024 prorrogando antecipadamente, em 25 de janeiro de 2024 por mais vinte anos a concessão que venceria em 18 de outubro de 2029 .
Ou seja, a população de Paraíso terá que aguentar a BRK e seu desrespeito até 31 de dezembro de, pasmem....2049!!!
Só isto? Não: o aditivo de Celso Morais autorizava um repasse da Saneatins (que tem ações ainda na BRK) de R$ 6 milhões como outorga à prefeitura.
Finalidade: “equilíbrio econômico-financeiro da concessão”.


