A pesquisa Quaest divulgada ontem denuncia o equívoco da estratégia palaciana na disputa pelo Senado.
Apesar da interferência conflitante de Wanderlei Barbosa, o deputado Carlos Gaguim (UP) mantém (na Quaest) a segunda maior votação para Senado.
Gaguim tem 16%, seguido de perto por Alexandre Guimarães (11%), do MDB. O índice e a posição invertem-se em outras pesquisas dos demais institutos.
Mas mantém Eduardo Gomes (PL) na primeira posição (18%). O quarto pela Quaest é o deputado Eli Borges (Republicanos), com 8%. Se Wanderlei tivesse mantido o acordo com Gaguim/Dorinha/Gomes, esses 8% do deputado evangélico seriam descarregados em Gaguim por pura gravidade. E aí ele poderia estar acima de Gomes.
Paulo Mourão caiu de 9% para 7%, Luxemburgo subiu de 5% para 6% e Ronaldo Dimas manteve os 6%.
No Senado a chave também será a rejeição. Eduardo Gomes elevou sua rejeição de agosto para setembro de 18% para 21%. Gaguim a reduziu de 40% para 37%. Alexandre Guimarães também elevou sua rejeição: de 16% para 18%. Mas continua com metade da rejeição de Gaguim.
A maior rejeição para Senado é do ex-deputado Paulo Mourão (32%), seguido de Vanderlei Luxemburgo (30%). Eli tem 18% de rejeição e Ronaldo Dimas 24%.


