O governo editou na segunda-feira o Decreto 6.215/21. A agilidade da amplificação do documento na mesma noite da sua publicação no Diário Oficial – em contraste com o impulso da vacinação do Covid-19 – não deixa de acentuar prioridades do presente.

Tem pressa o governo de colocar em prática aquele que, viabilizado, pode vir a ser o maior projeto de desestatização em curso no país, com potencial de captar/atrair R$ 9 bilhões em novos investimentos conforme o próprio governo. Um literal estado da livre iniciativa, metade da laranja tomando-se pelo todo imaginário do início do Estado que defendia capitalismo convivendo com socialismo.

A inclusão e qualificação de pré-projetos e a autorização para realização de estudos preliminares de novos projetos, no Programa de Parcerias e Investimentos – de que se ocupa o decreto – se expandem em áreas que vão desde distribuição e comercialização de gás natural a transporte ferroviário e cargas aéreas.

A autorização passa ainda por presídios, tratamento de resíduos sólidos, Ceasa e um leque tão extenso de possibilidades negociais quanto de difícil empreendimento. Tanto o mais, quando a pandemia dá sinais de recrudescimento e só resta ao governo menos de dois anos de mandato. E é provável que o coronavírus e as suas consequências ainda exigirão do poder público atenção por muito mais prazo que um par de anos.

Há quem observe nestes R$ 9 bilhões oportunidades não só privadas, mas públicas (...)

Leia  mais: https://www.jornaldotocantins.com.br/editorias/opiniao/tend%C3%AAncias-e-ideias-1.1694943/e-os-esqueletos-no-arm%C3%A1rio-1.2199193

Deixe seu comentário:

Ponto Cartesiano

 O volume de notas fiscais emitidas no Estado (de competência da Secretaria Estadual da Fazenda) somaram em 2020 o montante de R$ 164 bilhões e 168 mil...

Os deputados retomam a discussão sobre a criação de novos municípios no Estado.  Extraindo a inoportunidade do debate (Estado deve registrar nes...

O governo vai pagar os salários de fevereiro do funcionalismo no sábado. Segue o compromisso mantido por Mauro Carlesse desde a interinidade no governo até hoj...