Domingo, 7 de Jun de 2026

Duas pesquisas podem ser divulgadas esta semana para governador e senador no Tocantins: Veritas e Paraná. Digo podem porque os institutos tem pago pesquisas e não as disponibilizado ao público. Devem ser uns samaritanos!!

07/06/2026 121 visualizações

As pesquisas (não só no Estado) tem assumido papel cada vez mais de verdade objetiva.

 Ainda que sejam mero instrumento de dialética na defesa de proposições.

E, obviamente, a verdade objetiva não pode ser considerada acidental. E sim propositada e planejada.

A Justiça Eleitoral tem, na medida do possível, tentado modular os "garotos essperrtos".

Está prevista para a próxima semana a divulgação de duas pesquisas no Estado:  Veritas (terça,9) e Paraná Pesquisa (quarta,10)

São pesquisas para governador e senador. Equipes em campo. Bancadas pelos próprios institutos.

A pesquisa Paraná custou  R$ 40 mil ao instituto. Ele que banca. A da Veritas R$ 93 mil e 380. Também paga pelo instituto.

A Paraná divulgou ontem uma pesquisa do Rio de Janeiro. Pesquisa registrada pelos institutos não teria, em tese, razão alguma para não ser divulgada.

O Veritas, entretanto, fez duas pesquisas em maio para governador e senador no Estado do Tocantins ao custo declarado de R$ 187 mil e 320 (bancado pelo instituto) mas optou por não disponibilizá-las ao público.

A pergunta é: o que motivaria um instituto de pesquisa desembolsar um valor destes para aferir intenções de votos e não mostrar ao público?

E que comercialmente cobrisse a despesa de R$ 187 mil com pesquisas em um mês.

Somando os R$ 93 mil e 940 da pesquisa que será divulgada na próxima terça, um custo de R$ 281 mil e 260 para o Veritas.

Em menos de mês: as outras duas pesquisas da Veritas (não divulgadas) foram em 10 e 19 de maio.

Que impulso o faria desenvolver esforço e dinheiro e engavetar os números?

Qual seria a atividade fim do instituto de pesquisa?

Afinal, no privado, há pesquisas (que são obrigatoriamente também registradas) contratadas e pagas por candidatos que decidem a conveniência de divulgar ou não o resultado.

Não seria racional um instituto de pesquisas prospectar intenções de candidato destinado a seu interesse meramente estatístico. Para quê?

A pesquisa, como lógico, é o negócio dos institutos. E não o resultado delas.

Devem ser uns samaritanos.

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