A senadora Dorinha Seabra - pré-candidata do UB ao governo – não poderá andar com o governador até as eleições (inaugurações, lançamentos e que tais).
De fato, a Senadora já não contava, na prática, com o expediente antes da restrição eleitoral.
Sua agenda com o governador não era de uma candidata defendida pelo governo.
Tem seu lado negativo, mas positivo também: se eleger-se não deverá politicamente nada a Wanderlei Barbosa.
Aquilo que lhe falta no trato político e retórica, tem de sobra na entrega que fez a municípios. No Congresso é muito respeitada.
Wanderlei esteve até agora na pré-campanha de Dorinha como o grevista que adere à greve mas fica em casa tomando sua cervejinha.
A partir de janeiro estará sem mandato. E pode ficar sem sustentação política por força de sua estratégia na campanha.
A carroça de Dorinha tem sido empurrada por seu próprio esforço e do senador Eduardo Gomes (PL) e deputado Carlos Gaguim (UB).
Gomes tem sido notado nos últimos dias intensificando sua campanha.
Uma agenda mais intensa do que a da Senadora. E Gaguim passou a reunir prefeitos.
Do outro lado da rua, Vicentinho Jr (PSDB) navega na inércia das pesquisas, aconselhado pelo grupo a não revidar adversários.
Confrontado (pelo T1 Notícias) com declarações de Laurez Moreira de que ele (Vicentinho) seria o menos preparado para governador saiu-se com esta:
“Tenho carinho especial pelo Laurez. E nada muda disso. Se o Laurez fez uma fala infeliz ele vai ter o momento apropriado para correção a ela. Deixa o Laurez ter o ponto de vista dele, eu respeito. Temos visões diferentes, ele mais conservador e eu mais arrojado”.
Adversários devem estar regurgitando: Quem te viu, quem te vê. Mas até pedra muda de lugar.



