O governo pode ter problemas no fechamento do segundo quadrimestre com queda de desempenho. A um ano das eleições, não é o melhor dos cenários. Pode reverter.

Relatório Resumido de Execução Orçamentárias dos Estados e DF (STN) agora publicado registra que as despesas liquidadas tiveram um crescimento superior ao das receitas correntes no primeiro semestre de 2025 comparado os seis primeiros meses de 2024.

As receitas cresceram 8% e as despesas 11%.

Outro dado não irrelevante é que o resultado orçamentário (receitas realizadas – despesas liquidadas) no período também foi inferior ao ano passado.

No primeiro semestre o resultado orçamentário foi de 11% das receitas correntes contra 17% do ano passado. Uma queda de 35%.

Com isto caiu a poupança corrente para 13% da RCL proporcional. A 5ª menor poupança do país.

E qual o buzu: o governo tem despesas obrigatórias de 88% das receitas (pessoal, custeio e dívida). E investiu apenas 2%. Das receitas, 58% foram para salários, 26% gastas com custeio e 4% com o serviço da dívida.

Continua, apesar do avanço da arrecadação de impostos, dependendo em 51% dos recursos da União. Apenas 49% das despesas são custeadas com recursos próprios.

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