No Estado, estão nas ruas por votos pelo menos quatro candidatos da denominada direita.
Dorinha Seabra, Laurez Moreira, Vicentinho Jr e Ataídes de Oliveira.
No Congresso, 100% de deputados e senadores foram eleitos pela chamada direita.
Na Assembléia Legislativa, 80% de 24 deputados é da base de direita.
Os eleitores não sabem até agora o posicionamento desse grupo sobre Flávio Bolsonaro e a defesa da autorização de intervenção dos EUA no Brasil.
A exemplo dos ataques à Venezuela e Cuba.
Da mesma forma que ficaram calados na defesa de Flávio Bolsonaro da taxação dos produtos brasileiros. Elevando a inflação e os combustíveis.
E observaram estrondoso silêncio na grana que Flávio Bolsonaro embolsou do mega-escândalo do Banco Master.
E mantém-se igualmente calados sobre as relações de Flávio Bolsonaro com as milícias, rachadinhas e o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro.
Sem a direita, não há esquerda. E sem ambas, não existiria a democracia.
Seria uma ditadura tal a projetada por Jair Bolsonaro na arquitetura de uma tentativa de golpe de Estado.
Mas os políticos do Tocantins não querem meter a mão nessa cumbuca.
Só depois das urnas cairão de beiço nela. Por enquanto, mexem o seu doce no escurinho.
E o povo que se dane com as consequências.




