Sexta-feira, 2 de Jan de 2026

Administração Eduardo Siqueira contraria viés da crítica oposicionista no primeiro ano: diferente do amplificado, prefeito cortou no custeio e alargou investimentos.Pode, agora, abrir uma frente de trabalho mais ampliada

02/01/2026 95 visualizações

Observados os números públicos realizados, a massa crítica ao prefeito Eduardo Siqueira (Podemos) no seu primeiro ano de administração tem mais de rescaldo pré-eleitoral do que avaliação de desempenho.

Eduardo, é fato, concedeu nos primeiros meses espaço a críticas a sua antecessora. Isto levou parte do apoio que teve no palanque, onde obteve uma verdadeira "redenção"  política.

Mas um ambiente político legítimo ainda que desnecessário. Com efeito, não se pode negá-lo a fazer política.

No que importa à coisa pública, efetivamente reduziu gastos.

Comparado 2025/2024, gastou 11% a menos com passagens aéreas, cortou diárias (31%), combustível (23%), fornecimento de alimentação (29%), estrutura de eventos (71%) e cachês de shows (84%). 

Dados públicos acessíveis na execução orçamentária metropolitana.

Nos eventos, a economia foi de R$ 42,6 milhões. Essa economia contribuiu para pagar os 8% a mais dos salários (obrigatórios) e os 3% de acréscimo do vale alimentação.

E ainda realizar as obras físicas que são públicas. Como é claro no Taquaralto, na baixada no Aureny, nos postinhos, UPAs e Caps.

A cidade está limpa, restaurantes comunitários funcionando e as escolas de tempo integral  a contento. Administração incontestável de coisas pequenas que são grande para a população de baixa renda.

Na saúde, cumpriu todas as metas de vacinação contra o desempenho negativo do ano passado. E fechou o ano com Palmas como a 7ª melhor capital do país em qualidade de vida. Dois pontos percentuais acima da 9ª colocação do ano passado (IBS).

Há equívocos circunstanciais mas que não são capazes de reduzir a relevância do todo. Ou de negar que Eduardo, apesar das dificuldades encontradas de primeiro ano de mandato, não comprometeu as contas públicas.

Pelo contrário: o enxugamento proporciona condições de, a partir do segundo ano e com um orçamento que ele próprio elaborou, aplicar os projetos que prometeu na campanha eleitoral.

Com desdobramentos diretos nas eleições estaduais quando a prefeitura não tem as restrições do governo.

Mas Eduardo já adianta: não irá misturar a administração com a campanha eleitoral. Apesar de confirmar que vai, sim, pedir votos para os seus candidatos.

 

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