O governo empenhou em investimentos (obras e equipamentos) R$ 575 milhões de janeiro a maio.
Considerando os R$ 263 milhões compromissados nos cinco primeiros meses de 2025, um impulso de 118,6%.
Muito acima da inflação de 4,72% dos últimos 12 meses.
E do crescimento das receitas totais que entre maio de 2025 e maio de 2026 teve um incremento de 30,6%.
É possível inferir-se daí uma inversão de prioridades.
Capaz de derrubar o discurso oposicionista de frouxidão fiscal. E de carência de planejamento de obras.
De maio de 2025 a maio de 2026, as despesas totais aumentaram 29,7% e que, justapostas às receitas totais, imporiam a resultante de que o Estado não teria gasto mais do que arrecadara.
Adicionando-se a isto o fato de que os contratos temporários (um dos pegas dos candidatos) teriam crescido apenas 7,6% e as despesas com pessoal 15,2%, o aumento de gasto seria ainda, em termos relativos, inferior ao aumento das receitas.
Mais investimentos e menos despesas administrativas, uma dependente da outra, é a fórmula mágica dos votos.


