O declarado apoio ontem do ex-técnico de futebol e candidato ao Senado, Vanderlei Luxemburgo (Podemos), ao deputado federal Vicentinho Jr (PSDB) ao governo deu à chapa tucana o otimismo da Petrobras quando descobriu indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas.
Vanderlei é, até agora, um ex-técnico do Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Seleção Brasileira, Real Madri e tantos outros. E que os torcedores e fãs lutam por uma self. Um poço de petróleo a ser perfurado. A prospecção das intenções de votos indicam potencial.
Na Pesquisa Real Time Big Data de quarta-feira Luxemburgo tinha 9% (quarto lugar) da preferência para primeiro voto no Senado. E 18% no segundo voto (3° lugar). É muito para primeira disputa. Hoje tem a Paraná Pesquisas.
Como o voto dele é personalíssimo, tanto os que o escolhem para 1º ou para 2º inclinam-se a despejar suas escolhas no grupo em que Luxemburgo estiver.
No 1º ou 2º votos. E para ele é um ou outro. Não valem os dois. Sobra uma das intenções.
Pode ser que não acrescente o petróleo da Bacia do Amazonas a Alexandre Guimarães (17% no 1º voto do Senado e 19% no 2º voto, o segundo candidato com mais intenções na Real Times Big Data nos dois votos).
Mas retira votos do grupo de Dorinha. Especialmente de Ronaldo Dimas (Podemos) – ainda que a candidatura seja isolada – possibilitando uma adição a Alexandre na divisão (escolha) dos votos de Luxemburgo. Entre o 1º e 2º votos.
E que se note: a estratégia de Dorinha continuará com quatro candidatos ao Senado: Eduardo Gomes, Carlos Gaguim, Ronaldo Dimas e Eli Borges.
Do outro lado da rua estaria Paulo Mourão (PT) de olho nas sobras de Vanderlei Luxemburgo que se diz amigo do presidente. E são.
Vanderlei, entretanto, teria inclinado-se a um candidato de direita (Vicentinho). Mas seu partido continua com a senadora do UB.
Só que os votos de Vanderlei não são aparentemente resultado de sua amizade com Lula.
Mas das cores das camisas dos times que comandou.
Vicentinho, Amélio e Alexandre dão um salto relevante com Luxemburgo.


