A Justiça botou o pé no palanque de vez.
A interferência do TSE e do STF no debate da Globo cumpriu seu destino: favorecimento a Lula.
Duas decisões fundamentais e flagrantemente ilegais: obrigar a participação do candidato do Missão e mandar retirar a cadeira de Lula vazia.
Ora, a lei obriga as emissoras de TV convidar tão somente candidatos de partidos que elegeram ao menos cinco deputados federais nas eleições anteriores. O Missão elegeu apenas um.
E emissora alguma em um país democrático é obrigada a esconder que um candidato optou por deixar a cadeira vazia e correr de prestar contas ao eleitor.
Ambas as decisões são atribuídas aos ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino (STF).
A intervenção do Missão (cujo candidato propagava que iria atacar Flávio Bolsonaro) de forma direta por Gilmar Mendes
O confisco da cadeira vazia, de forma indireta por Flávio Dino, prolatada por uma ministra do TSE a ele ligada.
E Lula soltou rojões pelo cancelamento do debate promovido pela arbitrariedade de uma ditadura pior: do Judiciário.
Nem Jair Bolsonaro, vidraça em 2022, correu de debate com Lula, quando estilingue.


