Sexta-feira, 2 de Out de 2026

STF e TSE conseguem cancelar debate da Globo que Lula não queria participar, assumem o modo petista de ganhar eleições e dão razão ao bolsonarismo "maléfico" ao país. Um escárnio de arbitrariedade que zomba da democracia

02/10/2026 167 visualizações

A Justiça botou o pé no palanque de vez.

A interferência do TSE e do STF no debate da Globo cumpriu seu destino: favorecimento a Lula.

Duas decisões fundamentais e flagrantemente ilegais: obrigar a participação do candidato do Missão e mandar retirar a cadeira de Lula vazia.

Ora, a lei obriga as emissoras de TV convidar tão somente candidatos de partidos que elegeram ao menos cinco deputados federais nas eleições anteriores. O Missão elegeu apenas um.

E emissora alguma em um país democrático é obrigada a esconder que um candidato optou por deixar a cadeira vazia e correr de prestar contas ao eleitor.

Ambas as decisões são atribuídas aos ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino (STF).

A intervenção do Missão (cujo candidato propagava que iria atacar Flávio Bolsonaro) de forma direta por Gilmar Mendes

O confisco da cadeira vazia, de forma  indireta por Flávio Dino,  prolatada por uma ministra do TSE a ele ligada.

E Lula soltou rojões pelo cancelamento do debate promovido pela arbitrariedade de uma ditadura pior: do Judiciário.

Nem Jair Bolsonaro, vidraça em 2022, correu de debate com Lula, quando estilingue.

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