Quinta-feira, 1 de Out de 2026

Sob pressão quase que diária, Eduardo fecha quadrimestre cumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, elevando receitas e reduzindo a dívida consolidada

01/10/2026 59 visualizações

O prefeito Eduardo Siqueira (Podemos) vai para dois anos de administração sob fogo pesado de MPE e TCE. Investidas que fazem-no deixar a frente dos palanques eleitorais.

Com maioria na Câmara de Vereadores e ascendência (adquirida também do pai) sobre membros dos poderes, a reação institucional provocada pela oposição de apenas um parlamentar não é evidência de que a política sobreponha-se à dúvida.

O exercício das funções regulares dos órgãos fiscalizadores não é mais que uma obrigação. Há o contraditório.

Mas do ponto de vista fiscal, a Prefeitura de Palmas vai bem e cumpre a Lei de Responsabilidade Fiscal. O balanço publicado ontem assim o demonstra.

No segundo quadrimestre de 2026, se não apresentou superávit primário, também não registrou déficit.

Claro está que o resultado de R$ 1,6 bi (despesas e receitas primária) só foi possível pelo aumento das receitas.

Eduardo manteve a folha de pagamento em 49,23% da RCL. Maior do que os 48,92% do 1º quadrimestre. Mas ainda dentro do limite prudencial (51,30%) e bem abaixo do limite máximo de 54%.

A RCL (Receita Corrente Líquida) teve um aumento de 3,9% entre abril e agosto. Já a folha de pagamento foi reajustada em 10,6%.

No quadrimestre, entretanto, o prefeito Eduardo Siqueira conseguiu reduzir a Dívida Consolidada.

Ela era de R$ 458 milhões (dezembro/2025), caiu para R$ 424 milhões (abril/2026) e agora está estacionada em R$ 401 milhões.

E isto sem deixar de espalhar obras na cidade.

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