Sexta-feira, 9 de Jan de 2026

PT do Estado sem rumo e sem direção agora dissemina que pode ter candidato próprio ao governo este ano. Um partido acadêmico: acabado e anêmico apesar de Lula e do desempenho nas eleições presidenciais em duas décadas

09/01/2026 219 visualizações

Lideranças petistas disseminam desde ontem informações do portal R7 que inclui o Tocantins na lista dos 14 Estados em que o PT deve disputar o governo.

E já teria decidido o candidato a ser derrotado: o atual presidente estadual Nile William. Uma liderança nova.

Significa que, antes mesmo de ter um projeto, o PT já teria seu candidato.

Ainda não se viu ainda a militância se movimentando ou praticando os seus costumeiros debates internos.

Uma fórmula repetida que talvez explique sua inanição no Estado ao dizer-se diferente, mas praticar condutas que abomina.

Com efeito, o PT estadual não consegue obter os resultados de Lula no Tocantins. Ainda que tente, certo modo, imitá-lo na estratégia pragmática.

Dias atrás esse PT – que diz agora projetar candidato independente - estava alinhado ao PSD no Estado. E sucedia na forma o PT que era aliado do Republicanos.

E que a candidatura própria de agora contraria frontalmente. Projetos de Estado e de governo, nada.

Em seis eleições gerais nas últimas duas décadas, o candidato do PT à presidência venceu em cinco delas no Tocantins. Lula três e Dilma duas vezes.

Mas não conseguiu eleger nenhum governador ou senador. Deputado federal elegeu apenas um (Célio Moura/2018).

Para estadual, em seis eleições teve somente nove deputados: 01 (2002), 01 (2006), 03 (2010), 02 (2014) e 02 (2018). Em 2022 não elegeu um estadual ou federal sequer.

Numa metáfora: um PT acadêmico. Acabado e anêmico.

Mas com muito gogó.

Compartilhar

Deixe seu comentário