Sábado, 24 de Out de 2026

Para Sindessto, mesmo com vacina cuidados com COVID-19 devem continuar já que taxa de ocupação de UTI's continua alta

12/02/2021 552 visualizações

Para o Sindicato Dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Tocantins (SINDESSTO), 2021 se apresenta como redentor em relação a 2020, onde o cenário caótico provocado pela pandemia da COVID-19 sobrecarregou todo o sistema de saúde, tanto público quanto privado.

No Tocantins, a taxa de ocupação, não apenas das Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s), como também dos leitos clínicos da rede particular ainda é alta e este quadro só deverá mudar após a vacinação de grande parte da população.
 

Mesmo assim, conforme o Sindessto, é importante ficar atento ao grande número de novos casos da COVID-19 no Estado e lembrar que, apesar do início da vacinação os cuidados como distanciamento social, uso de máscara e álcool gel, devem ser mantidos inclusive pelos grupos que receberem a primeira dose da vacina.

Num balanço de 2020, para a entidade, o ano foi complexo para a área da saúde, já que enquanto era preciso lutar para manter a vida dos pacientes, os estabelecimentos de saúde precisaram se reinventar para adequar suas instalações ao atendimento à grande demanda, intensificando os cuidados com  pacientes e profissionais.
 

Conforme o Sindicato é importante ressaltar as dificuldades enfrentadas pelos prestadores de serviços de saúde do setor privado, que além de todas as tribulações impostas pela pandemia foram penalizados com o reajuste de preços dos insumos,  que tiveram aumentos exorbitantes, com alguns itens chegando a mais de 1000% de reajuste nos valores.

Para a  presidente do SINDESSTO, Maria Lúcia Machado de Castro, 2021 deve ser um ano de celebração, pois o início da vacinação, ainda que apenas para os grupos de risco, trás a esperança de dias melhores.

“Com esse grandioso feito, a vacina, os profissionais de saúde veem uma poderosa aliada que lhes permite vislumbrar o retorno à normalidade, porém com um acréscimo de possibilidades para melhorias  no segmento da saúde, ocasionado pelo aprendizado que a pandemia nos forçou a adquirir”, conclui Maria Lúcia.

Compartilhar

Deixe seu comentário

Mais em Estado