Sábado, 24 de Out de 2026

Operação Resguardo faz 53 prisões efetuadas e 526 vítimas de violência atendidas

09/03/2021 321 visualizações

Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Operações Integradas (Seopi/MJSP), a Operação Resguardo, que está acontecendo desde o mês de janeiro em todos os Estados da federação e no Distrito Federal, é finalizada no Tocantins com saldo positivo. Ao todo, foram presos 53 agressores, tendo sido lavrados 33 Autos de Prisão em Flagrante e cumpridos 20 mandados de prisão. Além disso, foram expedidos 18 mandados judiciais, sendo 10 de busca e apreensão e oito de prisão.  

 

 

Com as ações realizadas nesta segunda-feira, 8 (Dia Internacional da Mulher), o Tocantins conclui 404 inquéritos e instaurou mais 216; realizou 1.058 diligências; atendeu 526 vítimas mulheres vítimas de violência; lavrou 10 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs); apreendeu oito armas; apurou sete denúncias e expediu 184 Medidas Protetivas ao Poder Judiciário.

 

 

Durante a Operação Resguardo o Estado utilizou 66 viaturas e um efetivo de 270 policiais civis. Ao todo, a Operação atingiu 42 municípios tocantinenses.

 

 

Sistematizada

 

 

Presidente do Colégio de Nacional Secretários de Segurança Pública (Consesp), o secretário da Segurança Pública do Tocantins, Cristiano Barbosa Sampaio, participou em Brasília (DF) da apresentação dos resultados da Operação Resguardo. Em suas considerações, Sampaio destacou a importância desse tipo de operação, especialmente pela maneira sistematizada que ela acontece em todo o Brasil, uma vez que trata-se de um problema que atinge todos os Estados. O Secretário ressaltou ainda que essa indução do processo pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública fortalece a eficiência das operações policiais.

 

A Delegada-Geral da Polícia Civil, Raimunda Bezerra de Souza, também falou da efetividade das ações da Operação Resguardo no Tocantins. Ela ressaltou que as ações da Polícia Civil do Tocantins visam contribuir no combate da violência contra a mulher e de gênero e, desta forma, promover oportunidades de autonomia do feminino em face da desigualdade social enfrentada pelas mulheres.

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