Quando semanas atrás, no meio de uma solenidade do governo para informação sobre o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, um deputado tocou nos potenciais minerais do Estado, sem mais nem menos, a declaração ficou meio solta e soou até descabida para o tempo e lugar.
Sabe-se hoje (na imprensa nacional) que será realizado nesta segunda um leilão para exploração de direitos minerários no Complexo Polimetálico de Palmeirópolis, com investimentos que podem elevar-se a R$ 255 milhões e 2 mil e 500 empregos. O governo federal espera arrecadar R$ 15 milhões de bônus.
A questão mineral é de competência da União. Sua exploração no Estado, entretanto, mereceria o conhecimento da população e não só dos parlamentares interessados, de alguma forma, no empreendimento.
E que se note: o governo estadual quer retomar a Mineratins. As reservas de ferro entre Porto Nacional, Ponte Alta e Palmas é considerada maior que a de Carajás (no Pará). E ouro abunda entre Natividade e Almas.
Um debate que não se dá por motivos óbvios.


