Terça-feira, 13 de Out de 2026

Kássio e André Mendonça praticam censura no TSE e STF descaradamente e os jornalistas da Faria Lima os abraçam como afagam "defensores" da pátria algemada. Ruas parecem acordar do desenhado pesadelo que se aproxima

13/10/2026 140 visualizações

A mobilização de defensores da reeleição do presidente Lula nas ruas nos últimos cinco dias já apareceria, ontem, nos traking das pesquisas.

Numa leitura superficial, muitos eleitores já enxergariam melhor uma reeleição de Lula do que reeleição de Jair Bolsonaro (por meio de Flávio).

Mas não há a mensuração de diferenças ainda. Flávio teve 2,2 milhões de votos a mais que Lula no primeiro turno. Mas 30 milhões de eleitores não foram às urnas. Abstiveram-se.

Flávio e sua campanha (com apoio em Kássio Nunes Marques e André Mendonça) - ministros do STF, presidente e vice do TSE, respectivamente - produziram, com efeito, após o 1º turno, digitais do pior bolsonarismo.

São ações que contrariam o sistema democrático que possibilitou ao mesmo Flávio o desempenho do 1° turno e a grande possibilidade de sair-se vencedor no segundo.

Ou seja, se não haveria legitimidade em mudar as regras do jogo, menos ainda que a provocação tenha origem no lado que delas se beneficia.

Não haveria dúvidas de que KN e AM julgaram inclinados a Flávio. As decisões de ambos no TSE (questionadas pelos demais ministros) são emblemáticas. 

E certificam as razões de KN, lá em maio, decidir, contrário ao Regimento, centralizar os recursos eleitorais.

Em um processo onde prazos, pela lei, são encurtados, dada a celeridade da campanha. Ambos indicados por Jair Bolsonaro. Mendonça foi seu próprio AGU e KN pescado no TRF1 (Brasília).

Kássio que, como Mendonça, Fuz, Dias Toffoli, Moraes e Flávio, é citado em gravações como integrante do círculo virtuoso de André Vorcaro (R$ 12 bilhões de desfalques), do Master.

Fato que no mínimo o afastaria de julgamentos eleitorais do candidato do PL. No caso de KN, era ele e o filho Kevin.

Um advogado de 25 anos recém formado que tinha contrato de R$ 500 mil mensais com Vorcaro por lógicos motivos (teria recebido R$ 6,6 milhões do banqueiro).

Iguais razões do contrato de R$ 120 milhões de Vorcaro com a esposa de Moraes.

Mas não ficaram só nisso: deram-se os ministros Mendonça e KN ao direito de retornar a censura no país. Decidiram proibir na campanha a divulgação das peripécias de Flávio.

Mesmo aquelas escancaradamente públicas e constantes dos inquéritos que responde. Lula não poderia citar os R$ 130 milhões que Flávio pediu a Vorcaro que o atendeu R$ 60 milhões.

Não se poderia falar que Flávio responde a inquéritos nem de sua ligação com milicianos ou nas rachadinhas e a aquisição milionária de uma mansão em Brasília. Tudo público e sendo investigado. Censura indiscutível.

Caso prevaleça a narrativa, a previsão em 2027 é a inclinação dos ministros do STF e TSE manter o curso-vetor. Somatizado com a quase unanimidade da direita bolsonarista no Congresso e idéias de Bolsonaro no Planalto.

Uma direita que prejudica a direita. Isto porque a direita autêntica quer livre mercado, segurança jurídica e pessoas livres para adquirir seus produtos com satisfação.

E assim venderem mais e obterem mais lucros. Segurança para projetarem seus investimentos de capital.

 

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