A nova divisão dos recursos o Pré-Sal, aprovada esta semana pelo Senado e aguardando sanção do presidente Jair Bolsonaro, implicará na perda de R$ 94 milhões de receitas para o governo do Tocantins.
Ao Estado foram designados agora R$ 280 milhões. Um valor cerca de 25% inferior aos R$ 374 milhões da primeira proposta e que o governo estimava colocar no orçamento de 2020, como se avalia do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias encaminhado esta semana ao Legislativo.
A expectativa é que, com a divisão, prefeitos e governadores recebam um total de R$ 21,9 bilhões no caixa até o fim do ano. Se mantido como está na votação do segundo turno, o texto prevê a economia de R$ 800 bilhões em dez anos. O leilão está previsto para o próximo dia 6 de novembro.
O governo prevê arrecadar R$ 106,5 bilhões com o volume extra de petróleo da região e o megaleilão tem despertado o interesse das principais petroleiras do mundo.


