O ex-presidente do Igeprev, ex-senador e coordenador do TCU no Estado, Jacques Silva,corrige a informação atribuiída ao ex-prefeito Carlos Amastha pelo Jornal do Tocantins desta quarta (na sabatina JTO/CBN/Daqui).
Não foram 200 as negociações feitas pelo governo sobre dívidas com o fundo dos servidores públicos do Estado. Considerando os dois fundos não passariam de uma dezena os acordos firmados entre o Igeprev e o Executivo estadual.
O problema, entretanto, independente de quantidade de negociações, não é eliminado nem reduzido de tamanho. A ilegalidade do não repasse das contribuições patronais e da apropriação das contribuições descontadas dos servidores (que alcançaria os R$ 600 milhões) é crime de apropriação indébita/de responsabilidade que sujeita governadores a cassação de mandato.
No entanto, eles tem passado incólume, no que respeita a punições, nas suas ações/omissões de forma que dão uma banana para negociações e acordos até mesmo firmados na Justiça. Sem qualquer correspondência punitiva no âmbito da administração pública e da própria Justiça.


