A possiblidade do governo aumentar a dívida pública não mexeu com os deputados estaduais.
Estão sendo pressionados para aprovarem o PL dos R$ 56 milhões do BNDES para a Secretaria de Meio Ambiente. Recursos do Fundo Amazônia.
Em tese, não seria um financiamento. Mas tem custos.
Nem mesmo diante da preocupação demonstrada nesta quarta pelo governo federal sobre a relação verificada nos recursos da União quanto as distorções entre serviço da dívida e investimentos.
Mas no relatório da prestação de contas de 2025 tramitando no TCE, há expectativa de mais R$ 1,5 bilhão da Caixa, BRB e BID.
O governo pagou só com juros e taxas dos empréstimos já existentes a soma de R$ 342,2 milhões. Como consta no relatório no TCE.
Isto aí é 48,85% de todo o serviço da dívida. O restante, R$ 358,7 milhões (51,15%) foram gastos com amortizações (prestações).
Somados, tem-se que o serviço da dívida custou aos cofres do governo no ano passado (pago) o equivalente a R$ 700 milhões.
Valor superior aos R$ 672 milhões que pagou de investimentos públicos em 2025.




