O governador Wanderlei Barbosa desconversou no meio da semana em Gurupi que definição de candidaturas só nas convenções. E reiterou que não é candidato.
A oposição, por óbvio, torce para que ele antecipe seu candidato. E estenda a exposição de vidraças.
Governadores são agentes políticos. Não são administradores públicos desgarrados de projetos políticos.
Não se pode criticá-lo, portanto, por percorrer o Estado prestando contas do que realiza.
E nisto, resguardados equívocos pontuais, a oposição teria pouco a apontar o dedo.
Há deficiências, por exemplo, de projetos estruturantes. Mas o Estado, sob Wanderlei, tem o melhor desempenho fiscal dos últimos trinta anos.
Enquanto seus antecessores buscavam enquadrar o governo na LRF, Wanderlei o enquadrou e busca mantê-lo abaixo do limite prudencial.
E ontem o IBGE (PNAD) divulgou o rendimento domiciliar mensal per capita dos Estados.
O rendimento do Tocantins é o maior dentre os sete Estados da região Norte: R$ 2.036,00. E o 12º de 27 Estados.
De 2022 a 2025, o rendimento domiciliar per capita do Tocantins passou de R$ 1.028 para os atuais R$ 2.036. Um crescimento durante a gestão de Wanderlei de 98%.
No período, a média de rendimentos domiciliares per capita no Brasil saiu de R$ 1.367,00 para os atuais R$ 2.316,00. Um avanço de apenas 70,6%.
E é óbvio que o aumento de renda depende do desempenho da economia onde o governo é o maior indutor.


