Publica o Metrópoles que a Controladoria Geral da União identificou um sobrepreço de R$ 20 milhões na construção da nova ponte do Estreito (rio Tocantins).
Aquela da tragédia anunciada provocada justamente pela omissão do governo federal.
Como sobrepreço difere de superfaturamento por que praticado na contratação/planejamento, tem-se aí, no mínimo um atraso de ação da CGU.
Poderia ter se antecipado e evitado a obra ser construída com um valor superior aos preços praticados no mercado. Afinal, o desvio era ainda no planejamento.
Nada que este blog já não apontara na sua contratação. A ponte de Estreito, de 533 metros, havia sido contratada pelo Dnit por R$ 171,9 milhões (aditivada para R$ 174,9 milhões).
A ponte sobre o mesmo rio Tocantins, em Porto Nacional, de 1.088m, custou R$ 180 milhões (fora contratada por R$ 149 milhões).
A metade do preço e o dobro do tamanho.
Ah, LA, em Estreito teve a demolição dos restos da ponte antiga. Ou seja, demolir o que restou da estrutura avariada teria custado o valor de outra ponte.
Mas ministros e políticos fizeram um carnaval na sua inauguração.

