Os deputados federais e senadores estão com uma batata quente nas mãos: tem agora que fazer gestões ao governo federal para que a duplicação da BR-153 (trecho Anápolis/Aliança) tenha duas frentes de trabalho. Uma saindo de Goiás e outra do Tocantins.
Imagina, deputados federais e senadores do Estado não conseguem em 10 anos R$ 130 milhões para uma ponte com a de Porto, como é que irão conseguir mudar o cronograma de uma obra de R$ 12 bilhões!!!
Uma luta inglória dado o que determina o edital de licitação realizado no governo da presidente Dilma Roussef. Uma obra que, entre custos operacionais e a duplicação propriamente dita custará algo em torno de R$ 12 bilhões. E cuja previsão inicial do edital é entrar no Estado em 20 anos!!!! A concessão era da Galvão Engenharia que foi engolida nos escândalos do governo do PT.
Se é praticamente impossível modificar o edital (algo que implicaria também nos custos da concessionária que já teve ter um planejamento) há questões legais mais relevantes como a situação do pedágio.
De qualquer forma, os parlamentares ganham duas décadas de prazo para proselitismo político de luta, não mais pela duplicação, mas pela inversão do planejamento da obra. E ainda a outra parte: de Aliança a Aguiarnópolis, numa rodovia por onde passam cerca de 10 mil veículos por dia, dos quais 60% transportando cargas.


