O assunto é recorrente. A falta de escrúpulos de determinados gestores da administração estadual é sem limites.
Denúncias de assédio eleitoral a servidores públicos estaduais (especialmente comissionados) na primeira semana de campanha extrapolam a decência em todos os sentidos .no mais alto grau.
Servidores estariam sendo obrigados a fazer número em caminhadas nos finais de semana. Muitos o denunciam ao blog.
Os coronéis da máquina pública alvejam os contratados por não terem coragem suficiente para enfrentar os concursados;
E fazê-los empregar seus finais de semana e horas de descanso a colar preguinhas e adesivos nas camisas e carros dos outros nas ruas.
Uma imprudência na prática do crime. Há um celular gravando em todo lugar. As pessoas estão resistindo à chantagem do emprego pelo apoio. Uma chantagem ilegítima e ilegal.
E que depõe contra os próprios candidatos da base governista.
Mas pasmem: a desfaçatez é tamanha que em uma agência do governo (print original a que o blog teve acesso sem alteração de imagem) servidores estariam sendo convocados para serviço de campanha eleitoral (adesivaço) pelo próprio grupo de watShap da assessoria de comunicação do órgão.
O chamamento, como muitas outras denúncias que chegam ao blog, tipificado criminalmente como assédio eleitoral passou a ser intensificado esta semana por apoio a candidatos do Palácio Araguaia.
As denúncias obrigam o Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal a agirem de imediato. E ao governo controlar seus vaqueiros de votos pagos com dinheiro do contribuinte.
Não é demais alertar que assédio eleitoral dá cana de até quatro anos de reclusão.
No serviço público, com dinheiro do contribuinte, pior ainda.


