A estrutura de arrecadação de impostos desorientada: decorridos dois terços de maio, a Secretaria da Fazenda não estipulou a meta de tributos do mês.
Numa metáfora: seria como o dono da vendinha da esquina não tivesse na ponta do lápis o quanto terá que vender para pagar luz, água, telefone, aluguel, empregados e o leite das crianças.
A falta de planejamento contrasta com a preocupação do governador na Agrotins com a queda na arrecadação que – segundo ele – teria sido de R$ 100 milhões.
Na contramão das duas situações, o governo tem anunciado seguidas renúncias fiscais e benefícios ao funcionalismo.
Sem meta na Fazenda, a consequência lógica é problemas na arrecadação porque não haveria parâmetros para planejamento de fiscalização.
Só isto? Não!!! Da meta depende benefícios do setor como Redaf e Pedaaf na Secretaria da Fazenda e Secretaria do Planejamento.


