O ex-prefeito Carlos Amastha jogou no colo do ex-secretário de Finanças, Christian Zini, parte das inconsistências no pagamento de despesas de exercícios anteriores (DEA) apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado no balanço da prefeitura do exercício de 2017. Ainda em tramitação naquela Corte. Christian Zini foi preso recentemente pela Polícia Federal (Operação Carta Marcada) e depois liberado.

Em defesa protocolada na última terça-feira, Amastha diz que o ato administrativo não teria ele, prefeito, como agente ativo. E sim a Secretaria de Finanças, conforme um decreto municipal (1031/2015) baixado pelo próprio Amastha.

O Tribunal de Contas acusa Carlos Amastha de empenhar em 2018 o montante de R$ 72 milhões em despesas de exercícios anteriores. Ainda conforme o Tribunal de Contas, o expediente é considerado ilegal.

Agravado pelo fato, ainda segundo o TCE, a prefeitura ter encerrado o exercício com um saldo orçamentário de R$ 372 milhões. O ex-prefeito, entretanto, corrige: teria fechado o exercício com um saldo de R$ 85 milhões.

O processo tramita na 6ª relatoria do Tribunal de Contas do Estado e tem como relator o conselheiro Alberto Sevilha, que já foi acusado de má-fé pelo próprio ex-prefeito. Uma relação conturbada e que desgringolou de vez nas dificuldades do conselheiro para obter informações do Shopping a céu aberto que Amastha queria implantar em Taquaralto.

Rejeição de contas leva a inelegibilidades.

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