O Estado fechou janeiro com uma arrecadação de ICMS de R$ 452.671.634,00. O valor revela um crescimento nominal de 1,34% comparado o arrecadado em janeiro do ano passado: R$ 446.673.284,00.
Não é irrelevante tomando que o governo reduziu em cerca de 33% a alíquota dos combustíveis, energia elétrica e comunicações na metade do ano passado. Ou seja, o governo Wanderlei Barbosa praticamente anulou as perdas oriundas da desoneração.
A arrecadação de ICMS no Estado de janeiro de 2022 a janeiro de 2023 – a que este blog teve acesso – permite, por outro lado, conclusão subsequente capaz de dar suporte a previsões otimistas sobre a economia do Estado este ano e do nível de desempenho da Fazenda estadual.
No período, a arrecadação de ICMS no comércio de veículos automotores, peças e serviços, registrou um crescimento de 10,15% (R$ 400,79 milhões no ano) e assumiu, em janeiro de 2023, o segundo lugar na arrecadação de ICMS por setor econômico.
Posição historicamente ocupada pela energia elétrica. Em janeiro de 2023, o ICMS dos veículos recolheu R$ 34,07 milhões contra os R$ 28,20 milhões de arrecadação do ICMS da energia no primeiro mês do ano.
Nos últimos 12 meses, o primeiro lugar se manteve com os combustíveis, apesar de ligeira variação negativa provocada pela redução de alíquota: R$ 1.357,33 bilhões (fev/22 a jan/23) contra os R$ 1.370,75 bilhões (fev/21 a jan/22).
Adicionando a isto o crescimento da arrecadação Produtos Agropecuários e Veterinários, da ordem de 108,24%, tem-se um demonstrativo do aquecimento de dois setores de significativa relevância na economia: prestação de serviços e agropecuária.
Não é uma má notícia para o governador Wanderlei Barbosa levar à população neste início de mais um governo.


