Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Wanderlei põe fim à farsa do governo anterior e deputados de alimentar e retroalimentar irresponsavelmente contratação de concursados reprovados na PM. E pede celeridade no novo certame!!

18/10/2023 493 visualizações

O governador Wanderlei Barbosa descartou ontem a concurseiros a contratação de mais 500 candidatos não aprovados no concurso da PM.

Essa irresponsabilidade aí (contratação sem cadastro de reserva no concurso) foi alimentada e retroalimentada por deputados desde Mauro Carlesse.

O blog apontou desde as primeiras promessas farsantes no Legislativo até a dubiedade do governo anterior sobre o assunto. Muitos deputados fizeram da farsa instrumento de campanha eleitoral no ano passado.

Um golpe já que no edital não previa cadastro de reserva (número limitados de vagas) e a contratação sem concurso público era (e é) uma inconstitucionalidade.

Obviamente que um equívoco administrativo do governo. Já se sabia que as mil vagas não supririam as necessidades do Estado.

Um pouco de planejamento e previsibilidade apontaria a necessidade de incluir-se um cadastro de reserva no edital. Mas nada foi colocado. E o Estado terá mais despesas com novo concurso que não seriam necessárias se houvesse o cadastro de reserva.

A decisão anunciada ontem por Wanderlei é fundamentada, com efeito, na orientação do Ministério Público que poderia acionar o governo por improbidade.

Na verdade essa coisa ficou aí por mais de dois anos  pela falta de compromisso de parlamentares com a lei. Ilegalidades eloquentemente derrubadas pelo Supremo Tribunal Federal.

Mas eles não ligam para isto porque não lhes traz qualquer consequência. Muito embora os descalabros do Legislativo operem efeitos no bolso do contribuinte.

Da reunião de ontem no Palácio, entretanto, saiu outra decisão positiva: Wanderlei determinou celeridade no novo concurso público da PM para 2024.

O novo certame pode ter mil vagas. Isto porque, da última contratação até aqui (conforme apurou o blog no governo) cerca de 270 PMs se aposentaram e outro tanto deve ir para a reserva nos próximos meses. Somando os 500 que se reivindica, ter-se ia mil vagas.

Ainda assim o Estado continuaria necessitando de mais policiais. “Já há cidades que não tem um policial sequer”, avaliam secretários.

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