Como já havia anotado, o governo interino de Wanderlei Barbosa, decorridos 40 dias, tem feito o dever de casa. E sem suspeições que caiam sobre o governador afastado que se defende como lhes é de direito.
O balanço (RREO) publicado no Diário Oficial de ontem é demonstrativo do desempenho. Se tivesse apertado o botão errado, Wanderlei teria derrubado o avião. Não o fez. Pelo contrário.
Pelos números publicados ontem (e que devem ser encaminhados a STN) o governo fechou o quinto bimestre melhor que o quarto.
Nas despesas com pessoal (considerando apenas janeiro a outubro) reduziu para menos de 40% o comprometimento da receita corrente líquida no período. Havia fechado o segundo quadrimestre (quarto bimestre) com 41,30%.
O governo interino fechou o quinto bimestre, além disso, com um resultado primário postivo (receitas menos despesas) de R$ 955 milhões (para uma meta de R$ 120 milhões) e um resultado nominal de R$ 817 milhões positivos (para uma meta negativa de R$ 419 milhões.
Isto talvez explique (como vai também no balanço) a abertura de créditos extraordinários a órgãos e poderes da ordem de R$ 723 milhões no ano, em função do superávit financeiro


