O governo Wanderlei Barbosa foi no primeiro quadrimestre de 2022, do ponto de vista fiscal, melhor do que o último quadrimestre de 2021.
Os números publicados no balanço (Diário Oficial de ontem) indicam melhoria comparados ao desempenho que vinha sendo registrado no governo Mauro Carlesse.
O Executivo fechou o primeiro quadrimestre gastando apenas 39,14% (como já havia sido antecipado por este blog) das receitas correntes líquidas com pessoal. Havia fechado dezembro com 40,31%.
Por óbvio, o indicador foi possível, em larga medida, pelo aumento da receita corrente líquida que passou de R$ 10,053 bilhoes (dezembro) para R$ 10,778 bilhões (abril).
Nas despesas totais de pessoal houve, na verdade, incremento de R$ 216 milhões. Passou de R$ 5,806 bilhões (dezembro) para os atuais R$ 6,022 bilhões.
Wanderlei, entretanto, elevou o superávit primário (receitas menos despesas) para R$ 720 milhões (contra os R$ 631 milhões de dezembro). Ou seja: gastou menos do que arrecadou. Ponto positivo.
Outro avanço no pagamento de fornecedores, com redução do passivo de R$ 144 milhões para R$ 138 milhões e a diminuição da dívida consolidada que caiu de R$ 4,753 (dezembro) para R$ 4,325 bilhões (abril).
O governo reduziu, ainda, a dívida da contribuição patronal para o Igeprev de R$ 243 milhões (dezembro) para R$ 169 milhões (abril). Um desempenho, como se apreende, considerável.


