A CPI do Previpalmas conseguiu gastar mais recursos públicos: trechos do depoimento que o portal CT, do jornalista Cléber Toledo, antecipa revelam que os vereadores foram a Belém (PA) por um depoimento de um empresário preso que em nada acrescenta ao processo.
Pior: não poderão nem assim utilizá-lo sem questionamento já que não gravaram o depoimento!!! Ou seja, a palavra dos vereadores não vale uma nota de três num processo judicial. Diz-se que anotaram e irão transcrever!!!! Ora....
As declarações do empresário não vão nada além do que este blog já antecipara, a partir de cópia de outros depoimentos dele mesmo à Polícia Federal em outro processo. Depoimento, aí sim, reduzido a termo e assinado pelo depoente.
Um amontoado de ilações que ora sugere que Carlos Amastha fosse o chefe da quadrilha que assaltou o Previpalmas. Noutras levanta dúvidas sobre suas próprias deduções. Nada que se possa demonstrar como comprovação para atribuir culpas na Justiça.
Intuo que os envolvidos na operação de aplicação dos R$ 50 milhões em fundos podres devem estar mais preocupados é com o Inquérito Civil Público em andamento no Ministério Público do Estado. E que é engrossado por um catatau de documentos comprobatórios das irregularidades assim como da linha de comando das aplicações.
Sem custo nenhum para o contribuinte. Ao contrário dessa brincadeira de CPI que a Câmara Municipal tenta levar adiante com propósitos nitidamente político-eleitorais.


