Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Vereadores da Capital confundem propositadamente liberdade de expressão com fake-news. Só que pagos pelo contribuinte que desembolsa cerca de R$ 30 mil por mês a cada parlamentar

10/05/2024 472 visualizações

Os vereadores de oposição à prefeita Cínthia Ribeiro não tem noção dos limites.

Descascaram a Chefe do Executivo metropolitano pela Instrução Normativa da Saúde.

Para os "çábios", a prefeita teria implantado a lei do silêncio na administração. 

Até setores do jornalismo cairam na conversa fiada sem nem mesmo fazer uma leitura da normativa e dos procedimentos do Estado e do Ministério da Saúde ou do SUS.

A reação destemperada se deu após a Prefeitura normatizar o acesso às dependências das UPAs. E que se deu após vir a tona a passagem da pré-candidata Janad Valcari e equipe com filmagem nas UPAs.

Mas deveria ter sido tomada, independente de pré-campanha eleitoral. Uma obrigação pública. Daí a aberração da crítica dos "representantes" da população.

No Estado, a Secretaria Estadual de Saúde implantou o sistema há seis anos.

Afinal, não é razoável e nem prudente que as UPAs, as salas de recuperação e enfermarias possam ser acessadas por qualquer um, a qualquer hora, sem os EPIs, sujeitando os pacientes a contaminações e infecções.

E ainda mais sem permissão para colher imagens indiscriminadamente quando os pacientes também tem o direito sobre suas imagens que não podem ser captadas nem utilizadas sem a sua autorização.

Não devem os vereadores ter familiares internados nas UPAs. Não precisam se preocupar com infecções hospitalares. Os bolsonaristas não acreditava na Covid-19 nem nas vacinas e ainda defendiam que a terra era redonda, falar o quê.

Na sua obsessão, os vereadores, agora oposição, verbalizaram outra aberração da tribuna que Cínthia teria enfrentado os empresários do transporte coletivo e não enfrentaria a BRK.

Na tese, Cínthia manteria a concessão da BRK e não a do transporte coletivo.

Outra aberração verbalizada por vereadores que sabem ou deveriam saber que estariam mentindo: a concessão da BRK (prorrogada com a anuência de alguns dos que agora criticavam) vai até 2032.

Já a do transporte coletivo, foi encerrada após o vencimento do prazo. Ou seja, Cínthia não pode fazer com a BRK o que fez com o transporte coletivo. Há contratos e leis.

Mais curioso ainda: do grupo que critica Cínthia para favorecer Janad Valcari com o desgaste, alguns deles atacavam a deputada do PL na presidência da Câmara.

Não devem mudar a cor do rosto com as imagens públicas que estão aí gravadas, porque não são disso.

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