Ainda que a Assembléia tenha registrado mais acertos que equívocos nos últimos dois anos, o Legislativo estadual tem sido escrutinado, apesar da avaliação da mais absoluta boa vontade e fé, pela decisão política de levar o sinal da TV Assembléia a todo o Estado e mais: atrair para o canal divulgação dos demais poderes como o Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria e Executivo. Obviamente em oposição à decisão do governo de não interferir na comunicação, como é bem exemplo a extinção da RedeSat. Logicamente, a decisão política do Legislativo estadual tem um custo. Tanto de equipamento, logística e de compra de outros produtos privados para fechar a grade.E o Legislativo não consegue compatibilizar receita com despesa. Há inadimplência. Sem esquecer que tem tudo para transformar-se num verdadeiro instrumento político de campanhas eleitorais antecipadas. De graça para o aliado mas muito caro para o contribuinte que elegeu deputados para legislar. E não para concorrer no mercado com veículos de comunicação privados.
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