No T1 Notícias se lê que o ministro relator no Tribunal Superior Eleitoral deu parecer contrário à cassação da chapa Mauro Carlesse/Wanderlei Barbosa. Tudo indica, portanto, que irá prevalecer a lei à política. A votação está prevista para a próxima sexta.
Marcelo Miranda também teve parecer contrário à sua cassação no Tribunal Superior Eleitoral mas o TSE acatou um voto divergente do ministro Luiz Fuz que prevaleceu sobre o relatório, cassando o ex-governador e beneficiando, por gravidade, o atual governador Mauro Carlesse.
Carlesse leva algumas vantagens. O Ministério Público Eleitoral foi derrotado no Tribunal Regional Eleitoral duas vezes. Na primeira, o TRE manteve o resultado das eleições suplementares.
Na segunda, vencido sobre as eleições suplementares, o Ministério Público Eleitoral (já depois do prazo) protocolou outra ação com os mesmos argumentos e justificativas não aceitas no questionamento da eleição suplementar.
E qual a tese: que Carlesse teria aproveitado-se das irregularidades (que o Tribunal havia decidido não ter ocorrido) da suplementar para eleger-se nas eleições gerais.
De outro modo: Carlesse não teria matado na suplementar mas a bala que não saiu da arma acertou algo quatro meses após o disparo que não houve.
Fazer o quê?


