O MDB reuniu-se novamente ontem. No diretório metropolitano. A primeira depois daquela nota em que rechaçou aliança com a prefeita Cínthia Ribeiro como apontavam as especulações de bastidores. Algumas amplificadas pelos próprios auxiliares da Chefe do Executivo.
Do encontro de ontem participou também o senador Eduardo Gomes, um dos presuntivos aliados da prefeita e que tem dado demonstrações de que defenderia uma candidatura de Cínthia à reeleição.
Terá que dispender esforço redobrado para fazer o MDB deixar uma candidatura Dulce Miranda em favor da prefeita do PSDB. Se isto, óbvio, for-lhe a melhor opção destacada a partir das circunstâncias colocadas.
O ex-governador Marcelo Miranda (presidente regional do partido), como que relativizando o fato, deu-lhe absoluta plausibilidade (e probabilidade) realçando a este blog na noite de ontem que a deputada federal só não teria participado por força de uma agenda política no Norte do Estado.
"Prevalece a tese de candidatura própria", reafirmou Marcelo ao blog, indagado sobre um possível apoio a Cínthia. O MDB teria pelo menos dois pretensos candidatos (Valdemar Junior e Dulce) que, pela logística do grupo significaria apenas um: Dulce, com Valdemar esquentando a vaga contra as críticas da oposição nos próximos meses. Ambos tem mandato no Legislativo até 2022. Sem riscos eleitorais, portanto.
De resto, diz-se tranquilo e motivado: desde que assumiu o comando do partido já teria percorrido mais de dez municípios e estaria em contato direto com as lideranças, recebendo-as no diretório e na sua própria residência.


