Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Sucessão da Federação da Agricultura deve repetir eleições anteriores e testar liderança de senadora Kátia Abreu no setor

12/07/2021 499 visualizações

A disputa na Federação da Agricultura do Estado não é fato novo. Nem a argumentação de um grupo em desfavor de outro com alegação de perpetuação na entidade.

A senadora Kátia Abreu quando se elegeu pela primeira vez na instituição, enfrentou Milton Franco que comandou por anos a Federação.

O atual presidente, Paulo Carneiro, foi eleito, não resta dúvida, com a atuação política da Senadora.

Ele próprio, anos atrás, por divergências pontuais com a parlamentar, aventado na base de governo a ela oponente.

Também não é novo aliados de Kátia transformarem-se em seus adversários na entidade. Sandoval Cardoso, Nasser Iunes, Junior Marzola e tantos outros.

Kátia também já teve arestas com as associações de produtores como a Aprosoja. Uma disputa política acirrada com os grandes produtores. Alguns deles interessados não só na política sindical e federativa. Mas em mandatos como Kátia.

O novo agora é o ex-chefe de gabinete da Senadora, ex-superintendente da FAET e presidente da Adapec, Paulo Lima, de, a partir da eleição do Sindicato de Alvorada, onde o filho também Paulo Antônio é prefeito, armar trincheiras contra a parlamentar.

Com o argumento de que a Federação seria um puxadinho da Senadora. Depois de duas décadas dentro do tal puxadinho.

Lima é um líder político hábil. Mas com esta argumentação, facilita a manutenção do grupo da Senadora à frente da entidade por mera contradição retórica a partir do seu próprio referencial e anterior ponto de observação.

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