Sábado, 24 de Out de 2026

STN publica RGF dos Estados e nele não só o Executivo do Tocantins está bem na fita. Mas acompanham o desempenho os demais poderes que pode indicar confluência de propósitos na administração

09/11/2022 335 visualizações

A Secretaria do Tesouro Nacional publicou o RGF dos Estados referente ao segundo quadrimestre de 2022. O balanço certifica as contas das unidades federativas.

Recortando para o Tocantins, o RGF mostra que, no Estado, não só o Executivo vai bem, mas os demais poderes também refluíram no comprometimento de receitas com salários.

O governo (todos os poderes) fechou o segundo quadrimestre consumindo 49,24% das receitas com despesas de pessoal. O limite máximo é 60%.

O índice no primeiro quadrimestre (janeiro/abril/2022) foi de 47,45% de todos os poderes. De abril a agosto a elevação se deu em função do aumento de gastos do Executivo.

O Executivo passou de 39,14%  da RCL (1º QD) para 42,05% (2º QD). Já o Judiciário reduziu de 4,35% da RCL para 4,32%. Recuo também verificado no Legislativo (2,60%/2,56%) e no MP, que caiu de 1,36% da RCL no primeiro quadrimestre para 0,35% no segundo.

Se o Executivo elevou levemente as despesas com pessoal, ele, entretanto, viu reduzido o percentual autorizado a retirar do cálculo dos gastos com salários para efeito de LRF.

No primeiro quadrimestre, ele conseguiu retirar da despesa bruta de salários 18,69% do gasto. Dedução que caiu para 17,97% no segundo quadrimestre.

Diferença que, em tese, poderia justificar o aumento do gasto do Executivo no segundo quadrimestre.

A Secretaria do Tesouro Nacional publicou o RGF dos Estados referente ao segundo quadrimestre de 2022. O balanço certifica as contas das unidades federativas.

Recortando para o Tocantins, o RGF mostra que, no Estado, não só o Executivo vai bem, mas os demais poderes também refluíram no comprometimento de receitas com salários.

O governo (todos os poderes) fechou o segundo quadrimestre consumindo 49,24% das receitas com despesas de pessoal. O limite máximo é 60%.

O índice no primeiro quadrimestre (janeiro/abril/2022) foi de 47,45% de todos os poderes. De abril a agosto a elevação se deu em função do aumento de gastos do Executivo.

O Executivo passou de 39,14%  da RCL (1º QD) para 42,05% (2º QD). Já o Judiciário reduziu de 4,35% da RCL para 4,32%. Recuo também verificado no Legislativo (2,60%/2,56%) e no MP, que caiu de 1,36% da RCL no primeiro quadrimestre para 0,35% no segundo.

Se o Executivo elevou levemente as despesas com pessoal, ele, entretanto, viu reduzido o percentual autorizado a retirar do cálculo dos gastos com salários para efeito de LRF.

No primeiro quadrimestre, ele conseguiu retirar da despesa bruta de salários 18,69% do gasto. Dedução que caiu para 17,97% no segundo quadrimestre.

Diferença que, em tese, poderia justificar o aumento do gasto do Executivo no segundo quadrimestre.

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