A Secretaria do Tesouro Nacional publicou o RGF dos Estados referente ao segundo quadrimestre de 2022. O balanço certifica as contas das unidades federativas.
Recortando para o Tocantins, o RGF mostra que, no Estado, não só o Executivo vai bem, mas os demais poderes também refluíram no comprometimento de receitas com salários.
O governo (todos os poderes) fechou o segundo quadrimestre consumindo 49,24% das receitas com despesas de pessoal. O limite máximo é 60%.
O índice no primeiro quadrimestre (janeiro/abril/2022) foi de 47,45% de todos os poderes. De abril a agosto a elevação se deu em função do aumento de gastos do Executivo.
O Executivo passou de 39,14% da RCL (1º QD) para 42,05% (2º QD). Já o Judiciário reduziu de 4,35% da RCL para 4,32%. Recuo também verificado no Legislativo (2,60%/2,56%) e no MP, que caiu de 1,36% da RCL no primeiro quadrimestre para 0,35% no segundo.
Se o Executivo elevou levemente as despesas com pessoal, ele, entretanto, viu reduzido o percentual autorizado a retirar do cálculo dos gastos com salários para efeito de LRF.
No primeiro quadrimestre, ele conseguiu retirar da despesa bruta de salários 18,69% do gasto. Dedução que caiu para 17,97% no segundo quadrimestre.
Diferença que, em tese, poderia justificar o aumento do gasto do Executivo no segundo quadrimestre.
A Secretaria do Tesouro Nacional publicou o RGF dos Estados referente ao segundo quadrimestre de 2022. O balanço certifica as contas das unidades federativas.
Recortando para o Tocantins, o RGF mostra que, no Estado, não só o Executivo vai bem, mas os demais poderes também refluíram no comprometimento de receitas com salários.
O governo (todos os poderes) fechou o segundo quadrimestre consumindo 49,24% das receitas com despesas de pessoal. O limite máximo é 60%.
O índice no primeiro quadrimestre (janeiro/abril/2022) foi de 47,45% de todos os poderes. De abril a agosto a elevação se deu em função do aumento de gastos do Executivo.
O Executivo passou de 39,14% da RCL (1º QD) para 42,05% (2º QD). Já o Judiciário reduziu de 4,35% da RCL para 4,32%. Recuo também verificado no Legislativo (2,60%/2,56%) e no MP, que caiu de 1,36% da RCL no primeiro quadrimestre para 0,35% no segundo.
Se o Executivo elevou levemente as despesas com pessoal, ele, entretanto, viu reduzido o percentual autorizado a retirar do cálculo dos gastos com salários para efeito de LRF.
No primeiro quadrimestre, ele conseguiu retirar da despesa bruta de salários 18,69% do gasto. Dedução que caiu para 17,97% no segundo quadrimestre.
Diferença que, em tese, poderia justificar o aumento do gasto do Executivo no segundo quadrimestre.


