Sexta-feira, 23 de Out de 2026

STN pode aprovar até quarta empréstimo de R$ 150 milhões do governo com BRB para ponte de Porto Nacional

luizarmandocosta 14/08/2020 411 visualizações

A Secretaria do Tesouro Nacional tem de segunda a quarta-feira da próxima semana para concluir a análise do pedido de empréstimo feito pelo governo do Estado ao Banco Regional de Brasília para a construção da ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional. Se aprovado, é ativo que pode aliviar um pouco do desgaste do governo  na pandemia, ainda que não altere, a obra, a trajetória do vírus.

A atual fase da análise teve início na última terça, dia 11. O processo tramita há 35 dias, conforme informações da STN. A previsão é da própria Secretaria do Tesouro Nacional, no acompanhamento do pedido de financiamento do governo do Estado.

O empréstimo (conforme publicado no Diário Oficial)  é da ordem de R$ 150 milhões (tramita, no entanto, com valor de  R$ 149 milhões) e foi protocolado na STN no dia 7 de julho deste ano, após ter sido publicada a Lei 3679/2020, sancionada pelo governador Mauro Carlesse e publicada no Diário Oficial no dia 15 de junho de 2020.

Na Secretaria do Tesouro Nacional o pedido está em análise desde o dia 17 de julho e, na sua tramitação, registram-se cinco retificações, tanto do governo do Estado como do Banco Regional de Brasília.

No Palácio Araguaia é dada como certa a autorização da Secretaria do Tesouro Nacional. Fia-se o governo na melhoria dos indicadores fiscais da administração Mauro Carlesse (reconhecidos pela própria STN) e na flexibilidade maior para operações do gênero em instituições bancárias de economia mista (ainda que 80% das ações do BRB pertençam ao governo do DF, 3,5% de particulares negociados na Bolsa e 17% do fundo de previdência do DF).

Facilita a aprovação também o fato da operação de crédito destinada à construção da nova ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional ser garantida pelos repasses do Fundo de Participação e não da União. Expediente que tem obtido decisões favoráveis do STF, apesar de objeções da STN.

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