Oliveira, disse hoje ao blog que a categoria quer, agora, conversar diretamente com o governador do Estado. E não mais com secretários e técnicos como tem se desenrolado as conversações.
Os sindicatos de categoria de funcionários anunciam uma manifestação nessa quinta na Praça dos Girassóis para reivindicar o pagamento dos 25% de reajuste determinados pelo Supremo Tribunal Federal.
Desde ontem, os servidores se mobilizam, também, pela aceitação de cerca de duas dezenas de alterações na minuta da proposta da reforma da Previdência.
A diferença entre o que propõe o governo e reivindica o funcionalismo não é irrelevante.
O governo propõe que o valor da pensão seja fixado em 50% do salário do ano anterior, limitado a R$ 7,5 mil, o teto do INSS. Os servidores cobram que permaneça de 100% do vencimento do ano anterior.
No pedágio (tempo a mais para aposentadoria enquadrar-se na EC 103), os servidores defendem trabalhar apenas 20% do que falta para aposentar-se, além dos 60 anos atuais (pela EC tem que ser 65 anos).
Já o governo propõe que este pedágio seja de 50%. Exemplo: se um servidor tem 58 anos, faltando dois para se aposentar no atual sistema, no novo sistema trabalharia apenas 50% dos dois anos que faltam, além dos 60 anos. Ou seja, seria aposentado com 61 anos.
E não 60 anos e cinco meses como querem os servidores com o pedágio de 20%.


