O vereador Marilon Barbosa (Republicanos) – irmão do governador do Estado – deixou de lado o decoro do cargo e atribuiu à ex-prefeita Cínthia Ribeiro o papel de bandida.
Em condições normais, não fosse a oposição no Legislativo preocupada apenas com projetos pessoais, o vereador já estaria sendo processado por falta de decoro parlamentar. É o Regimento.
Cinthia por certo deve provocá-lo na Justiça. A afirmação do vereador não se enquadra, em absoluto, nas imunidades parlamentares.
E qual o motivo: a desafetação de uma área pública para dação em pagamento de dívida municipal. E que sugere o vereador fosse um problema da prefeita.
A dívida no transporte coletivo deriva da não renovação da concessão, defendida por muitos vereadores. Cinthia tornou publico o sistema após o encerramento da concessão.
E que se note: Marilon está no seu quarto mandato!!! Somente agora se posicionou.
Exatamente quando o governo desbrava com asfalto a região de Taquaruçu até o Machado, valorizando propriedades, a pretexto de melhorar a ligação entre a Capital e o distrito.
E se tenta na mesma região transformá-la em distrito passível de loteamentos urbanos. Expansão que Cínthia objetava no projeto de mudança da Lei de Ocupação do Solo que tramita no Legislativo.
Massa crítica também contra Cínthia de interesse do grupo do atual prefeito e do governador que defendem a mesma candidata ao governo.
O presidente da Câmara, no seu projeto de reeleição na mesa, comete mentiras: desinforma que Cínthia teria deixado dívidas de R$ 200 milhões.
E que o TCE não enxergou no relatório de contas de 2025. Pelo contrário:
Registra o parecer:
- Superávit orçamentário geral no valor de R$ R$ 98.802.033,65, evidenciando que as receitas realizadas excedem ao valor das despesas empenhadas no exercício”.
- Superávit financeiro geral e por fontes de recursos, demonstrando a capacidade do município em cumprir as obrigações de curto prazo.
Aliás, Marilon até hoje não explicou o atraso de cerca de três meses na prestação de contas da Câmara que preside.
Conseguiu uma declaração meia-boca do TCE que deveria provocar a vergonha alheia.


