Quarta-feira, 8 de Abr de 2026

Se oposição na Cãmara não se dedicasse a projetos pessoais, Marilon já estaria enquadrado por falta de decoro parlamentar na presidência do Legislativo da Capital por acusação táo leviana quanto irresponsável a Cínthia

08/04/2026 166 visualizações

O vereador Marilon Barbosa (Republicanos) – irmão do governador do Estado – deixou de lado o decoro do cargo e atribuiu à ex-prefeita Cínthia Ribeiro o papel de bandida.

Em condições normais, não fosse a oposição no Legislativo preocupada apenas com projetos pessoais, o vereador já estaria sendo processado por falta de decoro parlamentar. É o Regimento.

Cinthia por certo deve provocá-lo na Justiça. A afirmação do vereador não se enquadra, em absoluto, nas imunidades parlamentares.

E qual o motivo: a desafetação de uma área pública para dação em pagamento de dívida municipal. E que sugere o vereador fosse um problema da prefeita.

A dívida no transporte coletivo deriva da não renovação da concessão, defendida por muitos vereadores. Cinthia tornou publico o sistema após o encerramento da concessão.

E que se note: Marilon está no seu quarto mandato!!! Somente agora se posicionou. Exatamente quando o governo desbrava com asfalto a região de Taquaruçu até o Machado, valorizando propriedades, a pretexto de melhorar a ligação entre a Capital e o distrito.

E se tenta na mesma região transformá-la em distrito passível de loteamentos urbanos.

Massa crítica também contra Cínthia de interesse do grupo do atual prefeito e do governador que defendem a mesma candidata ao governo.

O presidente da Câmara, no seu projeto de reeleição na mesa, comete mentiras: desinforma que Cínthia teria deixado dívidas de R$ 200 milhões.

E que o TCE não enxergou no relatório de contas de 2025. Pelo contrário:

Registra o parecer:

  1. Superávit orçamentário geral no valor de R$ R$ 98.802.033,65, evidenciando que as receitas realizadas excedem ao valor das despesas empenhadas no exercício”.
  2.  Superávit financeiro geral e por fontes de recursos, demonstrando a capacidade do município em cumprir as obrigações de curto prazo.

Aliás, Marilon até hoje não explicou o atraso de cerca de três meses na prestação de contas da Câmara que preside.

Conseguiu uma declaração meia-boca do TCE que deveria provocar a vergonha alheia.

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