Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Sai Moisemar, entra Brasão. Um policial civil dá lugar a um militar no Legislativo. Se não renovarem seus mandatos voltarão à carreira polícial não mais como apenas policiais. Mas políticos policiais! Uma distorção!

30/08/2023 502 visualizações

O suplente de deputado estadual Junior Brasão tomou posse ontem no cargo na licença do deputado Moisemar Marinho.

São as regras democráticas. Na Câmara, eventualmente, assume o suplente do PSB, Epitácio Brandão Filho (Picó).

Operou-se a alteração, acaso ou destino, no dia em que o governo federal anunciou o encaminhamento de uma PEC que trata da atuação política dos policiais.

A discussão, na verdade, há anos é travada no Congresso. E encontra, por aqui, exemplo nesta troca no Legislativo estadual.

Moisemar Marinho é policial civil e Junior Brasão policial militar.  O problema surge quando não conseguem renovar seus mandatos e são mandados de volta para as polícias.

E aí não se terá mais um policial, mas um político dentro da polícia que deve ser uma polícia de Estado e não de governos sustentados por agremiações partidárias, necessárias para que o policial possa disputar eleições.

Subsiste, também, a questão corporativa. Por força do princípio da disciplina, os policiais termina representando poliicias. Quando foram eleitos por policiais e não policiais.

Caso muito concreto com a chiadeira dentro da Polícia Civil pela entrega de Moisemar do mandato a um policial militar. Ambas as categorias com suas reivindicações sindicais específicas.

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