Profissionais da educação (sindicalistas) tem encontro nesta segunda com representantes do governo.
Os professores ameaçam paralisação daqui a dois dias nas mais de 461 escolas da rede pública estadual.
São cerca de 8 mil servidores e 135 mil alunos dependentes de o governo aceitar ou não mandar o PCCR ao Legislativo. Mais: o implemento imediato (setembro) do financeiro.
Mas há haveres e carências. Ainda que na lógica das redes do funcionalismo (e de outras derivações) fosse questão de nada a ver.
No popular: uma coisa não teria nada a ver com a outra. Apesar do dinheiro ter o mesmo bolso financiador.
Ou de luta política. Não raro estabelecida pelos servidores (ou outras categorias de pensamento) em reação ao blog “reacionário” (ou a qualquer um) quando se trata de abordagem aos benefícios ao setor.
Mas veja: a LDO/26 tramita no Legislativo desde o dia 15 de setembro (Comissão de Finanças). E ela, obrigatoriamente, segue a CF e a LRF.
Pelos dispositivos, o governo não pode criar cargos (PCCR), alterar carreiras, contratar, admitir ou pagar horas extras quando o gasto com despesas de pessoal ultrapassar o limite de 95% do limite máximo (49%) determinado para despesas de pessoal.
Significa que o governo só poderia aprovar o PCCR e o seu implemento em 2025 se as despesas de pessoal do Executivo não ultrapassasse 46,55% da RCL.
O Relatório de Gestão Fiscal do governo (que tem que ser publicado até amanhã) pode ter elevado esse comprometimento para 47,26%.
E aí? Ora, não tem nada a ver!!!
Diriam os elementos de Euclides. Às avessas.
Euclides? Mas quem é esse "influencer?". E o que tem ele "a ver com PCCR"??


