Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Receitas federais seguem aceleração de crescimento da arrecadação dos impostos estaduais. E proporcional ao menor índice de isolamento social do país registrado no Estado

06/12/2020 391 visualizações

Enquanto o Estado praticamente fechava a semana (ontem/sábado) com o pior isolamento social do país (35,5%) e o terceiro maior índice de incidência de contaminação (5.296,1 casos/100 mil habitantes, maior que os 3.129,8/100 mil do Brasil) - só menor que Amapá e Roraima -  a Receita registrava o crescimento de impostos federais no Estado. Seguindo os recordes de arrecadação de impostos estaduais.

O contribuinte do Estado recolheu de tributos federais em outubro/2020 o montante de R$ 319 milhões e 798 mil. Um valor 11% superior aos R$ 277 milhões e 687 mil de setembro. Ou seja, a arrecadação federal no Tocantins retomou as receitas de março (antes da pandemia) quando a União recolheu no Estado R$ 328 milhões e 637 mil.

A economia, sugerem os números, responde bem à Covid-19. Cotejando os números da pandemia no Estado, porém, não seria uma premissa de todo falsa elaborar-se um raciocínio de que haveria correspondência entre os impostos (que registra a movimentação de negócios) e os 65,5% da população que estão nas ruas. 

Ou seja, diretamente proporcional ao 1 milhão e 29 mil pessoas (de um total de 1,572 milhões de habitantes) que não diminuiram sua presença no comércio. Turbinando automaticamente (e a um só tempo)  a Covid-19 e os cofres dos tesouros federal, estadual e municipais.

O que explica (mas não justifica) as oscilações dos gestores nas escolhas que fazem na pandemia.

 

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