O desempenho das receitas estaduais no primeiro semestre de 2026 afastam problemas financeiros do governo do Estado no ano eleitoral.
A previsão da oposição era de dificuldades de Wanderlei de manter o cronograma de pagamento de salários e fornecedores. Implicando na qualidade da prestação do atendimento público.
O governo fechou o mês de junho registrando um crescimento real de 1,75% comparado o primeiro semestre de 2025.
O governo projetava arrecadar R$ 5,89 bilhões e realizou R$ 6,24 bilhões (105,97% da previsão orçamentária).
Os dados são da Secretaria da Fazenda do Estado publicados ontem.
O destaque maior das receitas estaduais (fonte 0500) verificou-se no repasses de FPE.
De janeiro a junho teve R$ 4,49 bilhões, variação nominal de 6,61% e real de 2,17% em relação ao mesmo período de 2025, correspondendo a 119,86% da meta (R$ 3,75 bi).
O ICMS (apesar da queda) ainda fechou o primeiro semestre com um crescimento real de 0,50% em relação a janeiro a junho de 2025.
Arrecadou R$ 3,08 bilhões (2026). Um valor, entretanto, inferior à meta que era de R$ 3,35 bilhões.
Já as receitas tributárias totais somaram R$ 4,02 bilhões de janeiro a junho de 2026.
Uma variação nominal de 5,66% e real de 1,23% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Ainda que tivesse arrecadado de impostos um valor inferior à meta estabelecida para o período que era de R$ 4,39 bilhões.
Oposição ficou sem um dos seus discursos.




