Sexta-feira, 23 de Out de 2026

Receitas de juros, dividendos e remuneração de depósitos bancários de R$ 760 milhões projetadas na Lei Orçamentária dispensariam novos empréstimos do Executivo. Dinheiro em caixa!

28/01/2024 500 visualizações

O governo tem tido liberdade. Aquela de Thomas Hobbes, ausência de oposição ou obstáculos externos ao seu movimento.

Nos últimos dois anos, os deputados estaduais aprovaram ao Executivo contrair empréstimos da ordem de R$ 2,7 bilhões. Finalidade: investimentos.

 São faturas debitadas diretamente nos repasses do FPE (e nas receitas ordinárias). Como são contratos de até 10 anos, receita futura comprometida desde já.

Poderia, entretanto, haver outra opção mais em conta para as obras. A Lei Orçamentária de 2024 prevê receitas de R$ 771 milhões de operações bancárias (financiamentos)

Mas lá também se projeta, na administração direta e indireta, receitas de mais  R$ 30  milhões de dividendos,  R$ 453,9 milhões de juros e correção monetária e outros R$ 277,4 milhes de remuneração de depósitos bancários.

Conclusao óbvia governo tem dinheiro em caixa depositado em bancos que exigiria dos pedidos de empréstimo avaliações menos políticas.

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