O TSE atualizou na madrugada desta quinta, 15, as receitas dos candidatos declaradas por suas campanhas eleitorais.
No Estado o senador Irajá Abreu aparece hoje com uma arrecadação de receitas de campanha de R$ 4,238 milhões (95,27% do PSD).
O valor é R$ 2,703 milhões superior aos R$ 1,535 milhões declarados na prestação de contas de 30 de agosto. Ou seja, em duas semanas, o Senador cacifou sua campanha em quase R$ 3 milhões.
O desempenho contrasta com a captação dos demais candidatos ao governo. No período, Wanderlei Barbosa (que lidera as pesquisas) aumentou sua arrecadação no mesmo período em R$ 1,167 milhão.
Passou de R$ 5,329 milhões (30/08) para os R$ 6,496 milhões desta quinta. Ainda que o limite de receitas e gastos de candidatos a governador seja fixado em R$ 6,226 milhões no primeiro turno nas eleições deste ano.
A imensa maioria dos recursos, tanto de Wanderlei como de Irajá, é proveniente dos partidos PSD e UB.
Os demais candidatos mais destacados tiveram menor variação de entrada de receitas.
Paulo Mourão passou de R$ 1,065 milhões (30/08) para R$ 1,844 milhões (15/09) e Ronaldo Dimas de R$ 1,535 milhões para R$ 1,555 milhões.
Se política fosse mercado, ter-se-ia aí oferta e procura, estoque e demanda. Nada não exposto em outras relações entre candidatos, eleições e eleitos.


